Pés de barro

renato-russoHá anos, ouvi algo como “todos os ídolos têm pés de barro”. Era adolescente e não entendia exatamente a citação [provavelmente porque adolescente não entende nada e acha que sabe tudo]. Hoje, enquanto almoçava, resolvi navegar pelo youtube e ver umas entrevistas do Renato Russo. Qualquer um que me conheça sabe o quanto  a Legião urbana me foi importante durante o período (lugarzinho para o qual eu não voltaria nem se arrastada pelos cabelos!) de segundo grau e cursinho.

                       Mas hoje, talvez porque o tempo passou e conheci muita gente bacana e merecedora de admiração, só vi nele uma bicha problemática bêbada. Pior, embora escrevesse coisas primorosas, ele não conseguia articular uma frase completa nem pro Jô nem pro Zeca Camargo. E não, definitivamente não falo isso a partir de análise rasa. Tenho quase todo o material produzido pela Legião urbana e pelo Renato solo. Carrego, inclusive [momento "sinto vergonha!"], uma tatuagem no pescoço com o símbolo da banda. Li, ouvi e colecionei todos os CDs, os livros, os DVDs…T-U-D-O!

                           Não nutro mais essa relação de idolatria por ninguém. Nada é tão perfeito assim. Não quero ser ninguém a não ser eu mesma. Hoje o que  sinto é uma profunda admiração por algumas pessoas. E nem são famosas em sua maioria. Sou aficcionada pelo trabalho do Caco Barcellos. Pelo estilo do Carpinejar e da Martha Medeiros. Sou uma fã incondicional da força da minha mãe. E, se pudesse me espelhar numa mulher para parecer daqui a uns 20 anos: Verinha! Divertida, animadíssima, bem casada, resolvida, inteligente e absolutamente charmosa! Sabe aquele charme de mulher que tem muita história pra contar? -Ela o transmite!

                     E todos os citados convivem com os problemas do dia-a-dia [essa poesia louca e descompassada!]. Surtando às vezes pois todos somos humanos. Todavia, sem parar ou quebrar tudo porque um detalhe não está do seu agrado.

                       Foi doído analisar meu [antes] tão adorado Renato Russo como fraco demais. Não suportava a pressão que a maioria vive no quotidiano. Sobrou o gosto pelas músicas. A admiração, perdi. Ainda me sinto traída: meu ídolo tinha mesmo pés de barro. Não fugiu à regra. [Ou eu simplesmente esteja envelhecendo e a geração Coca-Cola me soe caricaturesca...]

Publicado em:  on Agosto 30, 2009 at 11:09 pm Comentários (3)

não era o meu objetivo…era minha recompensa…

portrait_week_4_b“ Esse teu olhar apaixonado te redime de qualquer merda que tu tenha feito”…

 

“as vezes, quando tudo dá errado, acontecem coisas maravilhosas que jamais teriam acontecido se tudo tivesse dado certo”.

 

Trilha sonora: “telegrama”- Zeca Baleiro

Publicado em:  on Agosto 28, 2009 at 7:54 pm Comentários (1)
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Feliz Aniversário, Luciano!!!

campanha 021Eu me lembro de um sotaque que me remetia ao RS. Cada vez que ele abria a boca eu sentia o Minuano cortar numa manhã fria do pago. A voz simpática que se pronunciava do fundo da aula do Praxedes.

Me lembro de uma pele alva e um “telhado” meio desgastado pelas tempestades da vida

Um bom-humor que o faz leve

Lembro de um cara bacana, que no meio dum boteco, em frente a um copo de Antarctica, me disse acreditar em instituições falidas para o mundo moderno: o amor, o casamento. Me confessou as ambições de ser radialista e marido. Pai.

Lembro de alguém corajoso o suficiente pra abrir a própria estrada rumo aos seus planos mesmo quando todos pensam que já devia ter-se acomodado.

Rememoro um incansável na busca pelo que se determina. Capaz de se doar por coisas nas quais a maioria não aposta. De amar os “dogs”e ouvir meus segredos.

Lembro das escolhas erradas no quesito mulher. Passado. Da sensibilidade exacerbada.

Lembro dos bons conselhos  e os puxões de orelha no meio da brincadeira. De como só ele assa um abacaxi com canela. Ou canta música sertaneja enquanto dirige.

Vejo um canto na sala de aula que sempre parecerá vazio desde sua partida rumo à “capital do mundo”…

Penso no amigo querido a quem dedico tamanha admiração. No blogueiro inspirador da minha caminhada, também, pela estrada lírico-cibernética.

Penso. Torço. Alegra-me saber sua felicidade. Alegra-me saber que encontrou quem mereça sua dedicação. Encontrou seu diamante [depois de tanta brita]. Mas abriu, antes, seu caminho e seu lugar. Abriu, de quebra, lugar no meu coração.

Alegro-me e não nego: “sinto falta de você e a palavra que me cura ninguém vai dizer”…

 

Feliz Aniversário, Luciano!!!

Publicado em:  on Agosto 27, 2009 at 4:44 am Comentários (3)
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O que você, realmente, me deve:

the_winter_sun_bFoi  tolice minha te cobrar aquela grana. Não é o valor o que ficou faltando.

Você me deve infinitamente mais:

Me deve o rapel;

O boteco em Curitiba;

O pastel em Floripa;

O café em Buenos Aires;

Me deve algumas posições na cama…

As caminhadas de manhã cedo na praia

Mas isso, também está pago, com os litros de inspiração que me trouxe.

Eu é que te devo a alma renovada.

 

P.S.: toda saudade possível

Publicado em:  on Agosto 26, 2009 at 6:28 am Comentários (1)
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E que rolem as lágrimas…

                        hi_key_rho_b   Este ano chorei pouquíssimo. Tive episódios dolorosos que não foram chorados. Se eu contar na mão, sobrarão dedos quantas vezes expus em lágrimas a dor nos últimos tempos. Acho que, de certa maneira, endureci. E não é exatamente um orgulho. também não me envergonha a dureza. Teria vergonha se eu fosse o tipo “ mulherzinha” refugiada no choro pra tudo. Valorizo demais minhas lágrimas. Por isso elas rolam pouco. Rolam bem mais nas minhas alegrias que nas tristezas.

                          Quando meu analista pergunta como me sinto em relação a alguns fatos e enfatiza a necessidade de chorá-los para os expurgar da minha vida, discordo. Quando choro por algo é porque realmente dou valor a isso. Se não chorá-lo, resigno-o à irrelevância. Passou e não mudou meu rumo. Eu fiz o que tinha de fazer e pronto. Nem mais nem menos. Sou a personificação da mulher culpa zero tão aclamada por Martha Medeiros.

                               Concordo, devo chorar um pouco mais mesmo. Tudo para evitar o câncer. Mas prefiro desabafar aqui, na tela branca. Pelo menos, é produtivo. Tenho progredido, segundo meu analista, chorei duas vezes nas últimas semanas. Choro a lá mme. Barievillo: silencioso e a sós. Foi libertador largar. Pôr pra fora. Normalmente, quando o choro vem, eu cerro a mandíbula com força, respiro fundo, e, enquanto faço movimentos circulares entre as sobrancelhas com o dedo indicador, digo em voz alta pra mim: só há duas opções na vida: ser forte ou ser ninguém. E você não veio até aqui pra desabar agora, dona Bruna!

                              Associei o choro à fraqueza. A fraqueza que eu não quero em mim. “Fruta que amadureceu no chão” como escreveu Carpinejar.  

                                      Minha mais nova missão: a esta altura do campeonato, reaprender a chorar. Achar o caminho do meio e dissociar o choro do fracasso. Encará-lo como uma pausa. Difícil ao meu temperamento de quem leva tudo a diante, atropelando o que aparecer pela frente. Sem alguns  pedaços, às vezes, mas sempre chego ao final. Pausa? –Estranho. Vamos tentar.

                         P.S.: que meu analista não me ouça, mas ainda prefiro chorar de alegria. Aquela alegria imensa, que te toma inteira e só pode ser expressa, se além do sorriso imenso, houver olhos marejados! Como quando enxergo minha mãe, depois de meses sem vê-la. Impossível não chorar. Aí  me entrego. Sem ressalvas. Estou em casa.

Publicado em:  on Agosto 25, 2009 at 2:37 am Comentários (1)
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Que vergonha..agi como um homem!

                 mosaic_portrait_b                 Ontem, forçando-me a sair e a seguir em frente [porque toda mulher inteligente sabe que ficar em casa de galho pensando no passado  atrasa a vida] aceitei tomar chope com um amigo. Ok, até aí tudo bem. Shopping  -odeio!-, mesinha da praça de alimentação, papo vai, papo vem e surgem algumas semelhanças com o dito cujo que tento esquecer. Começa a falar do filho…pqp, tem um filho, é o inferno astral! O filho mora em outra cidade [já começo a procurar a câmera escondida, só pode ser uma pegadinha!].

                                  Ok, mais um chope pra ver eu paro de compará-lo. Banheiro. No banheiro, penso em desculpas para ir embora. Nada me ocorre. Até porque, pensava, se for para casa, vou ficar trancada olhando nossas fotos. Deprê. Mais um chope. Bolinho de bacalhau e surge o silêncio constrangedor. Eu não tinha mais o que falar nem o coitado a me fazer companhia. Ele vai ao banheiro. Demora um pouco. Abro o celular pra ver a hora. Por um acaso daqueles que te fazem mudar o rumo, a tela principal exibe uma foto em que ”o dito” me abraça.

                               Ali se esvai toda minha pouca racionalidade. Começo a imaginar o outro saindo do banheiro e vindo em direção à mesa. Não consigo pensar em outra coisa. Chego a enxergar a maneira como ele caminha, sinto o cheiro, as texturas…ele me toma o pensamento de desejos! Levanto da mesa e caminho em direção à escada rolante. Desci. Fui embora. Fugi. Não sabia como me despedir. Pediria desculpas ao amigo por ele não ser o outro? Melhor a fuga. Agi como um homem.

                              Finalmente entendi porque algumas pessoas simplesmente somem das nossas vidas. Pode parecer cruel com quem fica. Imagino: não deve ter sido legal para o cara-cheio de segundas intenções- se deparar com uma mesa vazia quando voltou. Nessas horas, o clichê “o problema não é você, sou eu” serve como uma luva porém, nem isso se quer ficar para dizer. Você não quer ouvir um “fica mais um pouco, por favor!”. Só ir embora resolve.

 

Ao moço que ficou, me desculpe, eu não faço isso sempre.  Mas foi ótimo.

Publicado em:  on Agosto 23, 2009 at 2:59 pm Comentários (1)
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Era só medo…

pahHoje me peguei seguindo um conselho seu. O pior foi contabilizar: é o terceiro. Primeiro, comprei uma capa para o meu notebook. Segundo: troquei meu aparelho de celular. Terceiro: me matriculei na academia e comecei a moderar no fast-food.

               Levei alguns dias para admitir [pra mim mesma]: você se tornou mais importante do que eu gostaria que fosse.

             Demorei alguns meses para confessar: por milhares de motivos, segui em frente. E foi melhor assim.

 

                  Já vivi dois quartos de 2009. O ano inesperado. Soa melancólico pois ainda não acabou,  mesmo assim, não lembro dum ano mais conturbado ou mais “cheio de informações”. Sobretudo, este foi o ano em que, finalmente enxerguei minha face medrosa- paralizando  ou escondendo.

              E me enxerguei vestindo esta face para caminhar num terreno onde, há alguns anos tinha-me tornado senhora: o sentimental. Entendi agora porque me deixava chegar perto as paixões instantâneas. No fundo- essa intuição assustadora- eu sabia que feneceria. O encanto seria desfeito por coisas tolas. E assim se fez. Deixei alguns chegarem perto –rápido!-e logo depois eu dissipava o entusiasmo no ar como fumaça.

 

               Só um chegou perto o suficiente para que eu sentisse saudade quando, desajeitada como uma tempestade de areia, o deixei ir embora. Demorou para eu perceber. Era o único que gostaria de ter por perto. Tarde demais.

 

                  Ficaram os conselhos [feitos em tom de brincadeira]. Aliás, tudo era tom de brincadeira. Por isso eu ria tanto. Por isso, admito: saudades. Por isso chegou tão perto. Porque eu não percebi.

                      Eu tinha medo. Por isso o desatino. Eu tinha medo de gostar mais do que poderia vir a ser do que do que daquilo não tinha sido. O que não foi me acalentava de certa maneira . Era seguro. Eu amava [já não amava] as lágrimas que havia chorado, assim não deixaria que novas corressem. Foi meu escudo por um bom tempo. Até a noite do desatino. Não bradei de dor por nada além mim. Porque naquele momento eu sabia que não era mais dele. Mas e se eu não era mais dele, de quem mais seria? Eu já não me encontrava fora do meu escudo de espera. Eu estava liberta. E agora, com o horizonte se desvelando aos meus olhos, eu não sabia o que fazer. Era imenso para alguém que havia sido amarrada por tempo demais. Fiz merda. Reconheço.

 

“E havia esquecido de lhe falar que sem o medo havia o mundo.”  (Lispector)

Publicado em:  on Agosto 20, 2009 at 9:07 pm Comentários (1)

Anjos de novo? putz…

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Sempre que confiro as estatísticas do meu blog fico intrigada. Disparado o meu post mais acessado é “Aos que são amigos e como amigo, anjos”.  Esse post , nem de longe, é decente. É nada mais que um agradecimento. Mas está lá, as pessoas acessam ao procurar pelo verbete “anjos”.

            Ouvi conselho de blogueiro antigo: quando se tem um blog, ou você bomba de leitores  ou escreve o que gosta. Escolhi o segundo. Tenho, em média, 70 visitas diárias. Entretanto me intriga a postagem de textos infinitamente melhores não serem tão acessados. Aliás, há textos com boa estrutura – apontamentos, desapontamentos e crônicas- como diria um amigo querido de quem tenho sentido falta. E estes são pouco acessados.

                               Isso só prova uma coisa: estamos tão imersos na fúria barulhenta de nosso quotidiano que estamos buscando um alento em divindades: anjos, gnomos, salamandras, ou qualquer coisa que o valha. Confesso, acredito em anjos, aliás, o meu faz turno dobrado e hora extra sempre que pode. Há cinco anos não descansa, o coitado.

                         Já tive até aquele livro de consulta de anjos, tive gnomos e bruxinhas no quarto. Contudo, a adolescência passou e me tornei minimalista. Extirpei os bibelôs da minha vida. Ainda assim acho necessária a fé. Seja no que for. Respeito. Anjos, bruxas, feiticeiros, búzios, destino…contanto que algo nos console sobre o futuro [ou sobre o passado].Contanto que algo acalme, ainda que por minutos, a poesia –louca e descompassada- do dia-a-dia que nos faz ouvir-nos cada vez menos. Já quis falar a língua dos anjos. Hoje, anseio por descobrir as ações do meu anjo da guarda através dos que me rodeiam. Paulo Coelho escrveu em “As Valkírias” que quando não queremos ouvi-los, os anjos se manifestam através do mais próximo no momento.

 

               “Ainda que eu falasse a língua dos homens e falasse a língua dos anjos sem amor eu nada seria”…

Publicado em:  on Agosto 18, 2009 at 3:42 am Comentários (1)

[in]Correspondências

         a_rhowan_moment_b                  Desde que você se foi tem chovido muito. Sinto um vazio tremendo no meu coração. Cada pedaço de mim ressoa uma saudade de ti. Eu não gosto de admitir mas estou perdida sem você. Como estava antes de você chegar. Está difícil seguir em frente. Meus risos falsos. Minhas alegrias cretinas. As noites em que me dou demais e volto pra casa vazia. Esperando você me ligar dizendo que foi só um pesadelo.

 

                       Pesadelo é saber que também não te quero embora te ame. Pesadelo é estar perdida e comparar todos com você. Pesadelo é saber que já não era tão bom e ainda assim era a coisa mais preciosa da minha vida. Era a minha vida. Pesadelo é pensar que te perdi. Pesadelo é não ter você no meu aniversário ou no seu. Ou no dia dos pais, quando fazíamos algo que suprisse minhas ausências. Pesadelo é não me ver na devoção dos seus olhos. Pesadelo é não ter lugar no mundo fora dos seus braços.

 

                       E esse nó na garganta que nada desfaz? Meus amores inventados [e instantâneos]. Tanta saudade de um tempo que já foi. De alguém que já foi. De mim mesma [não lembro quem era antes nem depois de vc]. Eu não estou conseguindo respirar. Você foi . Eu fiquei. Fiquei com o vestido. Com os planos. Com a saudade. Fiquei com o que sobrou do que não ficou. Fiquei com tudo aquilo que não sobrou. Nem eu mesma.

 

Trilha sonora? “na verdade eu continuo sob a mesma condição distraindo a verdade e enganando o coração”

Publicado em:  on Agosto 14, 2009 at 12:53 pm Comentários (1)

E quanto mais conheço os homens…mais eu gosto de cachorros…

against_the_pale_sky_2_b                       Chamem-me de saudosista, museu, o que quiserem. Mas quanto mais conheço os homens que passam pela minha vida, mais sinto falta do meu ex-noivo.

                            E sinto saudade com toda razão. Não lembro, em quatro anos de relacionamento, dele me ter mentido sequer uma vez. De me ter ludibriado. Tinha hombridade o suficiente para me dizer, sinceramente, o que sentia e o que queria. Por isso o término.

                           Carpinejar, em seu “consultório sentimental” já bradou que “um homem que só é poeta para seduzir, não será homem para se despedir”.

                         E o moço em questão disse que não poderia me ver porque tinha um projeto a ser desenvolvido. Ok, tenho minha vida e meus horários corridos [que não troco pela paz dum emprego folgado]. Entendi.

                   Por um daqueles “acasos” que só Deus explica, desci para comprar um sorvete com minha melhor amiga. Passamos em frente ao bar que costumo freqüentar. E advinhem quem está lá? Feliz da vida, rodeado das mulheres menos bem comentadas do lugar? Ele mesmo, o sr. Projeto! Surpresa!

                     E mais uma vez eu só tenho uma coisa a dizer: Rafa, saudades inenarráveis!

 

P.S.: pode parecer chocante, mas sim, eu sei ouvir um “não quero vê-la hoje” e não morrer!

                 E o mundo continua sendo uma horda…

 

Trilha sonora? – Dom Quixote- EdHawaii

Publicado em:  on Agosto 12, 2009 at 12:55 pm Comentários (1)